quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Hoje eu parei pra pensar: até que ponto as pessoas dizem a verdade?, ou melhor, até que ponto podemos dizer a verdade? Nossa, como as pessoas se vendem.E não só o corpo, mas também a palavra.Pois é, já passou o tempo em que se poderia acraditar firmemente na palavra de uma pessoa.Não podemos generalizar , mas hoje é a essa conclusão que eu chego:as pessoas se vendem por nada.

Esse tipo de reflexão sobre quando dizer a verdade me lembra uma aula de sociologia com meu professor Rodrigo, sobre o texto O principe eletrônico (não me recordo o autor ).Mas como diria a minha avó, dando nome aos bois....No caso de Eloá (eu sei que isso já está batido demais), eu não me conformo.Como a Nayara disse em depoimento para a policia que não houve tiro algum antes da invasão , sendo que o depoimento dos vizinhos alega outra coisa? Será que depois de toda essa prova de amizade (porque não é qualquer pessoa que volta ao cativeiro para ajudar a amiga), ela vai dar ouvidos aos 2 milhões de reais que a sua família quer como indenização por danos morais?

Meu Deus, depois de tudo isso nós ainda vamos ter que presenciar mais essa?

E é por isso que eu me pego penasando..as próximas gerações estarão melhores ou piores que nós?Pois diz o senso comum que os filhos são o reflexo dos pais, não é? Talvez esse seja um dos motivos para eu não pensar em filhos antes dos 27.



bjux a todos.

Um comentário:

  1. Boa Helena ...

    Más para mim mesmo que dolorosa a verdade deve sempre prevalecer.

    Quanfo a aula de sociologia do Rodrigo o autor do texto Principe Eletrônico é Piery Levy

    Gutemberg Mendes Tavares

    http://nacoladocartola.blogspot.com/

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